Quem é Felipe Sztutman
Felipe Sztutman é artista e inventor brasileiro. Seu trabalho nasce do cruzamento entre arte, tecnologia, jogo, interface, computação material, sistemas locais e imaginação técnica. Antes de ser produto, ferramenta ou publicação, cada obra começa como gesto de ateliê: uma tentativa de dar forma a algo que o corpo já percebeu antes da linguagem.
O nome SZT é assinatura e origem: Sztutman. O szt.link existe para transformar esse campo de percepção em texto, rastro, pesquisa, protótipo e artefato.
O que é szt.link
szt.link é o implante cognitivo de Felipe. É uma ponte entre caos e forma: um sistema de memória, agentes, pesquisas, sonhos, scouts e ferramentas que ajuda Felipe a se conhecer e a materializar o que ainda não ganhou corpo. O centro é Felipe; o sistema orbita.
Nem tudo que passa pelo szt.link é público. Há ateliê, montagem e exposição. O que está em exposição precisa se sustentar fora do implante; o que ainda é clay permanece no processo.
O que é news.szt.link
news.szt.link é o jornal do implante cognitivo. Ele transforma sinais recorrentes em edição: Scout público, caderno TurboQuant, arquivos, RSS e páginas indexáveis. Sua função não é acelerar o consumo de notícias, mas desacelerar o sinal até que ele vire leitura.
O que este jornal cobre
- arte e tecnologia;
- inteligência artificial como material de criação;
- agentes, automação e workflows cognitivos;
- computação local, inferência, GPUs e modelos abertos;
- interfaces, web, terminal aesthetics, ASCII e TUIs;
- media archaeology, demoscene e restrição técnica;
- infraestruturas distribuídas e sistemas físico-digitais.
Fontes editoriais
O jornal nasce de fontes rastreáveis. O Scout vem de curadoria técnica e cultural. TurboQuant acompanha uma pesquisa específica sobre inferência local e qualidade de modelos. O X Journal e o Sonho da Máquina existem como jornal íntimo, protegidos por login, porque misturam algoritmo, corpo, memória e processo.
Política de idioma
Português é a língua-mãe do sistema e a versão canônica subjetiva. Inglês é camada de circulação pública. O íntimo permanece em português. O público pode existir em português e inglês, com seletor, RSS e hreflang.
Público e íntimo
O público é o que pode circular sem violar o ateliê. O íntimo não é teaser, bastidor ou marketing: é caderno de trabalho. Por isso, páginas íntimas são noindex, ficam fora do sitemap e exigem acesso autorizado.